sábado, 1 de agosto de 2015


AVALIAÇÃO DE TODO O TRABALHO REALIZADO

RESULTADO DA CONSTRUÇÃO DO PPP PARA A UNIDADE ESCOLAR

Entendemos desde o princípio que o PPP, daria a todos da Unidade Escolar o suporte necessário para podermos trabalhar, ao ser construído em conjunto, favorecer a integração da escola e comunidade.
A família ao ser envolvida sente parte integrante da escola, porque compartilham expectativas e preocupações.
Ao construirmos o PPP com toda comunidade, trouxe um apoio de caráter não somente pedagógico, mas sim social, pois, houve a participação da comunidade, fazendo assim a integração escola x comunidade.
Os pais sentiram as suas forças, participando de eventos de diversas formas, os quais foram delineados e citados no PPP.
Percebe-se que o PPP abrangeu todos os projetos que em conjunto decidimos como importante e compatível com a nossa realidade e através desse levantamento, nós traçamos a nossa realidade escolar, traçamos a nossa missão e valores, respeitando sempre a LDB, que deixa claro não somente o direito da inserção do aluno, mas também o direito da permanência na escola. Para que haja essa permanência a escola tem que trabalhar o conceito com todos da comunidade escolar, incluindo: alunos, pais, professores, direção, coordenação e funcionários.
A nossa escola justificou assim a essa escolha por entender que não se faz educação sem metas e ações, não se faz educação sem reflexão entorno do conhecimento, das teorias, da realidade, etc.
Entendemos que estamos atingindo os princípios de liberdade, solidariedade humana e respeito ao individuo, as diferenças e as individualidades de cada um contribuindo na formação de um cidadão consciente, organizado e participativo no processo de construção político-social e cultural da sociedade contemporânea.
O PPP esta proporcionando aos funcionários a responsabilidade de executar suas funções administrativas e gerais com empenho, qualidade e sempre em busca de novas informações e das exigências da escola, preocupando-se em ser também um profissional educador.
Oportunizamos à comunidade e pais de alunos algo novo e inusitado, mas com certeza, os mesmos estão sentindo parte do processo, responsáveis e até mesmo valorizados.
Com certeza, não ficamos na ilusão que seria um trabalho fácil, pois para construir um PPP prático, inovador e real foi necessário muito estudo de materiais e referencial teóricos e conhecer bem a realidade da escolha e comunidade onde está inserida.
Nunca quisemos um PPP com lindas palavras, mais sim, com metas e objetivos com identidade própria, mostrando a escola com todas as suas potencialidades e também as suas limitações.
Portanto o PPP desde o início, buscou numa direção, uma ação intencional, com um compromisso definido coletivamente. Não foi algo construído para ser arquivado, apenas como prova do cumprimento burocrático.
Ele foi construído e está sendo vivenciado em todos os momentos, com permanente reflexão e discussão dos problemas da escola, na busca de alternativas viáveis à efetivação de sua intencionalidade.
A metodologia de gestão do plano de ação, é constituída de uma série de etapas a serem obedecidas por meio das atividades a serem desenvolvidas.
A melhoria e inovação tem um plano de ação e o nosso no momento está na execução, verificação e atuação.
O ciclo transforma-se em espiral do desenvolvimento após ter atingido o esperado pelas melhorias e inovações, passando o gestor a contar com uma organização de aprendizado, na qual a busca pela competência passa a ser uma constante.
A manutenção e o acompanhamento das ações e inovações metodológicas de gestão para plano de ação, pedem uma maneira nova de administrar, contendo suas quatro grandes fases: planejamento, execução, verificação e atuação.
Todos devem estar compromissados com o PPP, com a finalidade de resgatar o papel efetivo da escola, onde a educação deve ser encarada pela sociedade como um direito e os alunos precisam aprender que esse é o compromisso da escola.


terça-feira, 21 de abril de 2015



DEMOCRATIZAÇÃO DA GESTÃO ESCOLAR

                                                      Maria Teresa Gracini Zanchetta

Examina-se a estratégia de implementação do Programa Nacional de Fortalecimento dos Conselhos Escolares adotada pela Secretaria de Educação Básica do Ministério da Educação com o objetivo de identificar os mecanismos utilizados para a inscrição da temática da gestão democrática na agenda das secretarias de educação e das escolas, bem como o envolvimento dos gestores e conselheiros escolares nos processos de formação promovidos pelo MEC, no período de 2004 a 2006. Palavras-chave: Gestão da educação básica, conselhos escolares, democratização da gestão escolar, formação de conselheiros escolares, programa nacional de fortalecimento dos conselhos escolares.
Em nossa sociedade, a escola pública, em todos os níveis e modalidades da Educação Básica (Educação Infantil, Ensino Fundamental e Ensino Médio), tem como função social formar o cidadão, isto é, construir conhecimentos, atitudes e valores que tornem o estudante solidário, crítico, ético e participativo.  Para isso, é indispensável socializar o saber sistematizado, historicamente acumulado, como patrimônio universal da humanidade, fazendo com que esse saber seja criticamente apropriado pelos estudantes, que já trazem consigo o saber popular, o saber da comunidade em que vivem e atuam. A interligação e a apropriação desses saberes pelos estudantes e pela comunidade local representam, certamente, um elemento decisivo para o processo de democratização da própria sociedade. A escola pública poderá, dessa forma, não apenas contribuir significativamente para a democratização da sociedade, como também ser um lugar privilegiado para o exercício da democracia participativa, para o exercício de uma cidadania consciente e comprometida com os interesses da maioria socialmente excluída ou dos grupos sociais privados dos bens culturais e materiais produzidos pelo trabalho dessa mesma maioria. A contribuição significativa da escola para a democratização da sociedade e para o exercício da democracia participativa fundamenta e exige a gestão democrática na escola.  É preciso criar condições para educar as pessoas. Para educar, os meios, os procedimentos e as oportunidades de aprender são diferentes daqueles usados para treinar. A função da escola é garantir educação aos estudantes, contribuindo para que se tornem sujeitos, isto é, autores e senhores de suas vidas. Isso significa criar oportunidades para que eles decidam, pensem, tornem-se livres e responsáveis, autônomos, emancipados.
Na educação, essa organização de espaços colegiados se realiza em diferentes instâncias de poder, que vão do Conselho Nacional aos Conselhos Estaduais e Municipais, e Escolares. Esses espaços e organizações são fundamentais para a definição de políticas educacionais que orientem a prática educativa e os processos de participação, segundo diretrizes e princípios definidos nessas várias instâncias. A construção de uma escola pública democrática, plural e com qualidade social  demanda a consolidação e o inter-relacionamento dos diferentes órgãos colegiados. O Conselho Escolar tem papel decisivo na democratização da educação e da escola . Ele é um importante espaço no processo de democratização, na medida em que reúne diretores, professores, funcionários, estudantes, pais e outros representantes da comunidade para discutir, definir e acompanhar o desenvolvimento do projeto políticopedagógicoda escola, que deve ser visto, debatido e analisado dentro do contexto nacional e internacional em que vivemos. Nesse sentido, chama-se a atenção para o fato de que a reivindicação de ampliação de espaços institucionais de participação e deliberação junto aos órgãos governamentais fazia parte das lutas políticas pela democratização da sociedade. Nesse sentido, a forma de escolha dos dirigentes , a organização dos Conselhos Escolares e de toda a comunidade escolar para participar e fazer valer os seus direitos e deveres, democraticamente discutidos e definidos, é um exercício de democracia participativa. Assim a escola pública contribuirá efetivamente para afirmar os interesses coletivos e construir um Brasil como um país de todos, com igualdade, humanidade e justiça social. No Brasil, a criação e a atuação de órgãos de apoio, decisão se realiza em diferentes instâncias de poder, que vão do Conselho Nacional aos Conselhos Estaduais e Municipais, e Escolares. Esses espaços e organizações são fundamentais para a definição de políticas educacionais que orientem a prática educativa e os processos de participação, segundo diretrizes e princípios definidos nessas várias instância. Ele é um importante espaço no processo de democratização, na medida em que reúne diretores, professores, funcionários, estudantes, pais e outros representantes da comunidade para discutir, definir e acompanhar o desenvolvimento do projeto político.
A autonomia da escola para experienciar uma gestão participativa também está prevista no art. 17 da LDB, que afirma: “os sistemas de ensino assegurarão às unidades escolares públicas de educação básica que os integram progressivos graus de autonomia pedagógica e administrativa e de gestão financeira, observadas as normas gerais de direito financeiro público”. A LDB é mais precisa ainda, nesse sentido, no seu art. 14, quando afirma que os sistemas de ensino definirão as normas da gestão democrática do ensino público na educação básica de acordo com as suas peculiaridades, conforme os seguintes princípios: I – participação dos profissionais da educação na elaboração do projeto pedagógico da escola; II – participação das comunidades escolar e local em conselhos escolares ou equivalentes. Cabe lembrar, ainda, a existência do Plano Nacional de Educação (PNE), aprovado como Lei n. 10.172, de 9 de janeiro de 20014 . Esse Plano estabelece objetivos e prioridades que devem orientar as políticas públicas de educação no período de dez anos. Dentre os seus objetivos, destaca-se a democratização da gestão do ensino público, salientando-se, mais uma vez, a participação dos profissionais da educação na elaboração do projeto pedagógico da escola e a participação das comunidades escolar e local em conselhos escolares ou equivalentes, bem como a descentralização da gestão educacional, com fortalecimento da autonomia da escola e garantia de participação da sociedade na gestão da escola e da educação .
Devem fazer parte dos Conselhos Escolares: a direção da escola e a representação dos estudantes, dos pais ou responsáveis pelos estudantes, dos professores, dos trabalhadores em educação não docentes e da comunidade local. Como todo órgão colegiado, o Conselho Escolar toma decisões coletivas. Ele só existe enquanto está reunido. Ninguém tem autoridade especial fora do colegiado só porque faz parte dele. Contudo, o diretor atua como coordenador na execução das deliberações do Conselho Escolar e também como o articulador das ações de todos os segmentos, visando a efetivação do projeto pedagógico na construção do trabalho educativo. Ele poderá – ou não – ser o próprio presidente do Conselho Escolar, a critério de cada Conselho, conforme estabelecido pelo Regimento Interno.
Os Conselhos Escolares devem se reunir com periodicidade: sugerem-se reuniões mensais, com uma pauta previamente distribuída aos conselheiros, para que possam, junto a cada segmento escolar e representantes da comunidade local, informá-los do que será discutido e definir em conjunto o que será levado à reunião. Os conselheiros devem convocar novamente os segmentos que representam para informar a respeito das decisões tomadas.
Os  Conselheiros escolares devem ser pessoas sensíveis que percebam que o cultivo da diferença são fundamentais para a educação das pessoas e para que a escola ofereça essa contribuição é preciso respeitar a história de vida das crianças, seu conhecimento, sua sentimentos, seus valores, produzidos na convivência cotidiana na sua comunidade. A criança não é um recipiente no qual se despejam coisas. A criança é um sujeito, ela produz conhecimento, ela constrói a sua fala. Cada um expressa o que pensa de acordo com o seu jeito. Se aprender fosse imitar ou repetir o que é ensinado, falaríamos todos do mesmo jeito, nossas risadas seriam iguais, nosso jeito de caminhar, de olhar e sorrir seriam iguais. Cada pessoa é diferente. É na diferença que está a originalidade, o sentido e a riqueza de ser gente.


                                                                                   Itapira, 12 de abril de 2.015.

Fonte: Material fornecido pelo Curso de Gestão (Programa de Fortalecimento dos Conselhos Escolares) - Ministério da Educação Secretaria de Educação Básica

http://www.cfge.ufscar.br/file.php/354/EG_2014/Biblioteca_Geral_EG2014/ce_cad1.pdf

domingo, 30 de novembro de 2014

Por que ter um blog ?

Sempre gostei de visitar os blogs voltados para a Educação e mesmo outros de moda e atualidades.
Há muitos  blogs maravilhosos que visito e admiro, como o da "Gi Barbosa", "Priscila adora alfabetizar", entre outros. Na minha opinião estas educadores são de uma generosidade e talento ímpar.Imaginava como seria ter um blog, passando meus pensamentos, ajudando outros professores ou gestores com minha experiência. Mas era só  imaginação... Nunca coloquei em prática este desejo.
Ainda não tenho o talento destas blogueiras, mas já estou na rede e espero com este blog estar trocando ideias com outros gestores e professores e me aperfeiçoando como profissional.

Abaixo as "meninas" da EMEB "Professor João Simões". Equipe que faço parte e tenho profunda admiração e respeito.



sábado, 29 de novembro de 2014

Professores ideais


Curso de Gestão Escolar - O uso da Internet no processo de construção de conhecimentos



CURSO DE FORMAÇÃO EM GESTÃO ESCOLAR
UFSCAR / POLO DE VALINHOS

Uma das tarefas do Curso de Gestão Escolar era criar um blog e fazer uma reflexão sobre o uso da Internet no processo de conhecimento.
 Esse curso é um curso EAD e está sendo bastante  rico para mim.

       A Internet trouxe o mundo para dentro de nossas casas. A qualquer momento podemos estar por dentro do que acontece no mundo.
             E não é só isso... Podemos buscar informações de todos os tipos, de qualquer assunto.
           Podemos saber como é o corpo humano, quais as capitais do Brasil, os nomes dos presidentes de todos os países, o nome dos rios brasileiros, a história de vida de Monteiro Lobato, de Gandi, de Sócrates, o que lhe interessar....
            Depende do interesse e da vontade de cada um. A informação está bem na nossa frente, na tela do computador.
         Podemos baixar filmes, séries, vídeos, músicas, encontrar o caminho para determinado lugar, falar com os amigos que moram distantes e também com aqueles  que moram na mesma cidade....
        Podemos saber da opinião das pessoas sobre diversos assuntos e podemos também dar a nossa opinião, podemos deixar mensagens de incentivo às pessoas, dar umas “indiretas”  nas pessoas das quais não temos coragem de falar “olho no olho”, podemos encontrar amigos e até pessoas que tornarão mais que amigos.
       Podemos dizer às pessoas como estamos nos sentindo, o que estamos fazendo, mostrando nossos bons momentos e também dizendo como estamos tristes, naquele momento.
      Nem sempre a Internet é positiva, ela pode se tornar invasiva, mas se assim permitirmos.
        A Internet pode mobilizar pessoas para o bem e infelizmente também para o mal.
         Enfim, a Internet é uma ferramenta poderosa, que se bem usada pode ser um caminho alternativo e prático, que ajudará as pessoas  não só na comunicação, na diversão e  nas futilidades, mas principalmente para  construção de conhecimentos.
       Através dos cursos de EAD temos a oportunidade de estar nos aprimorando profissionalmente e fazendo novos amigos, que trabalham na mesma área, com os quais faremos trocas de experiências. Através de nosso empenho, estudando e focando nossos esforços, com certeza estaremos em um futuro próximo pessoas mais capacitadas e querendo aprender cada vez mais.